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My Love Story

Mãe de primeira viagem, vivi deslumbrada com esta nova história de amor que se vai escrevendo desde a minha gravidez! Partilho agora os nossos momentos, os bons e também os menos bons...

My Love Story

Mãe de primeira viagem, vivi deslumbrada com esta nova história de amor que se vai escrevendo desde a minha gravidez! Partilho agora os nossos momentos, os bons e também os menos bons...

Ontem?! Já passou!

O meu pós-parto sobretudo aqueles primeiros dois/três meses não foram fáceis. 

Há ainda bem pouco tempo que recordava e falava dele como tendo sido dos piores momentos que tinha vivido e que por isso, não querendo voltar a passar pelo mesmo, não deveria vir a ter um segundo filho.
Nessa altura, nem eu sabia o que podia fazer para ajudar o Tiago, nem o Tiago sabia bem o que devia fazer...

Nos primeiros tempos não se tem certezas de nada, se o que fazemos é correcto ou não, se estamos a dar conta do recado ou não, enfim.... 

Nessa altura, toda a gente me repetia o mesmo, que  mais tarde haveria de recordar esses tempos com saudade e ternura, ou pelo menos que eu esqueceria o que de menos bom se passou, para pensar só nas coisas boas, e eu... não acreditava numa só dessas palavras!

Como era possível esquecer a dor, as frustrações de não saber o que o nosso filho quer a cada momento, a dependência gigantesca que nos faz não ter horas de refeição ou mesmo tempo para um banho???

Mas pelos vistos é verdade..., o nosso cérebro tem gavetões, ou mesmo baús, daqueles que quando se fecham nunca mais se abrem e encerra neles as coisas menos boas que se passam, só nos deixando recordar o que foi bom. Bem, eu não fiquei desmemoriada, é óbvio que sei bem pelo que passei, mas o certo é que já não recordo esses tempos com tanta dor e aflição.

Hoje posso dizer que isso são coisas do passado, que já não penso nesses tempos da mesma maneira e que quando penso já não são apenas os piores momentos dessa altura que me vêm à memória. É um mix gigantesco de emoções, um rodopiar de memórias que todas elas acabam por fazer com que a recordação dessa altura seja de momentos, vá, bons! Mas foi preciso deixar passar uns valentes 6 meses para pôr os primeiros 3 no baú!

Posso dizer que já consigo pensar no que de bom esses primeiros meses tiveram, o que de bom vivi e aprendi.
Posso dizer que arrumei o que de menos bom se passou e que apenas recordo os bons momentos:
A ternura de um bebé recém-nascido e a fragilidade boa que eles parecem ter, sendo que no fundo são uns lutadores inquietos que amam o aconchego materno e o reclamam incessantemente. 
O toque suave da pele de um bebé recém-nascido, que mais parece veludo😄 e os seus dedinhos minis a agarrarem os nossos dedos gigantes como que em busca de proteção e validação de presença.
O primeiro sorriso misturado com o sono de uma manhã daquelas que se estendem até às duas da tarde e onde apenas buscámos conforto e sossego no introsar do nosso amor.
Os choros, tão diferentes uns dos outros, que se entendem ao fim de um tempo e deixam perceber o que, a cada momento, nos pede afinal o nosso bebé e para nossa grande satisfação lhe damos o que ele precisa.

É isto que recordo, hoje, daqueles primeiros 3 meses!

Beijocas!!!

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