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My Love Story

Mãe de primeira viagem, vivi deslumbrada com esta nova história de amor que se vai escrevendo desde a minha gravidez! Partilho agora os nossos momentos, os bons e também os menos bons...

My Love Story

Mãe de primeira viagem, vivi deslumbrada com esta nova história de amor que se vai escrevendo desde a minha gravidez! Partilho agora os nossos momentos, os bons e também os menos bons...

Ora prova lá isto!

Sabem aquelas situações que toda a gente conta e que pensamos que só nos acontecerão bem mais tarde? Aquelas em que do meio do nada, mesmo depois de vocês terem dito que não, acontecem? Aquelas em que temos que passar por rudes para evitar algo que nós Pais dissemos não querer que acontecesse?

Pois, a nós já nos aconteceu...

 

Estivemos de férias e andámos a fazer um pouco de tudo, visitámos a família pelas Beiras e voltámos a Lisboa e fomos turistas na cidade!

Numa dessas belas tardes deu-me uma vontade gigantesca de comer caracóis e lá rumámos ao Filho do Menino Júlio dos Caracóis para matar a saudade. Para mim os caracóis são tipo os Ferrero Rocher no Inverno, como não há todo o ano, quando chega a altura deles não espero muito tempo para me regalar.

Foi então que o simpático, e não estou a ser irónica, do empregado que nos estava a servir pergunta que idade tem o Tiago, se ele não quer comer qualquer coisa, se ele já come doces, e blá, blá, blá... Digo que não a tudo, e acrescento um sorriso meio amarelo quando respondi à questão dos doces e lá foi o senhor à sua vida, servir outros clientes.

De repente, no meio do nada, só ouço: “toma lá, prova lá isto!” e quando olho para o lado já estava um Big Chupa-Chupa encostado aos lábios do Tiago, daqueles que normalmente há em potes de vidro, no meio de uma centena de chupa-chupas de tantas outras cores, sem sequer estarem embalados, carregadinhos de corante tal é a cor reluzente dos mesmos e ainda, porque o açúcar que têm não lhes chega, uma camada de açúcar em pó por fora para embelezar a coisa (estão a ver quais são?!).

Só tive tempo de dizer “NÃO!” e arrancar o chupa-chupa da mão do senhor e dizer “Eu vou guardar que ele ainda não come disso!” e saiu mais um sorriso amarelo.

O senhor viu-se que ficou meio chateado/arrependido, mas eu não quis saber.

 

A minha pergunta é: Se nós Pais dizemos que não, porque tem alguém de insistir que sim? Com o que quer que seja!

Em relação a tudo, mas sobretudo em relação a coisas como a alimentação das crianças, todos deveríamos ser mais conscientes. Não falo só em relação ao açúcar, até porque mais cedo ou mais tarde o Tiago há-de o ingerir; mas quanto ao que me diz respeito será “mais tarde”; falo sobretudo em relação à atenção que tem de se fazer em relação a introdução de alimentos, alergias, intolerâncias, dietas alimentares no seguimento de doenças, enfim um sem conta de coisas que quem é de fora não sabe. Ora se não sabe, e se os pais dizem que não, NÃO dão! Ou mesmo que os pais não tenham dito que não, não dão sem questionar os Pais se podem dar, se pode comer.

Para mim é muito simples: Se a criança não tem idade para responder por si própria sobre o que pode comer, dá-se aos Pais e eles que façam com aquilo o que quiserem. Não se enfia nada na boca de crianças, muito menos de bébés!

Basta pensar que o que se quer oferecer pode causar uma reação alérgica, uma indigestão, algo menos positivo e que, portanto, é preferível não oferecer sem saber se se pode.

 

Deixo-vos o link para um artigo interessante sobre o assunto: http://www.educare.pt/opiniao/artigo/ver/?id=21086&langid=1

 

Mas pronto, a bela da situação constrangedora já nos aconteceu, e eu lá tive que ser a má da fita e fazer mais um sorriso amarelo em mais uma situação que poderia ter sido evitada.

 

Beijocas!!!

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