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My Love Story

Mãe de primeira viagem, vivi deslumbrada com esta nova história de amor que se vai escrevendo desde a minha gravidez! Partilho agora os nossos momentos, os bons e também os menos bons...

My Love Story

Mãe de primeira viagem, vivi deslumbrada com esta nova história de amor que se vai escrevendo desde a minha gravidez! Partilho agora os nossos momentos, os bons e também os menos bons...

Favolas à vista!



Não tenho vindo aqui muito, não... O tempo parece escassear e todo aquele que existe tenho-o dedicado a nós, ao Tiago.

Ele está um grandalhão!
A cada dia parece fazer algo novo, faz cu-cu escondendo os olhos atrás das mãos, já não pára quieto e só quer pôr-se em pé, tem finalmente as favolas de cima a romper e as de baixo em processo de erupção, estica a mão quando quer alguma coisa ou alguém, fala pelos cotovelos sempre que iniciamos uma conversa com ele, não pode ver uma pomba que fica hipnotizado a olhar para elas, quando vê uma criança emite sempre um mesmo som, como se estivesse a chamá-las para brincar com ele enfim está um bebé normal para a idade, acho eu!

Mas o que me dá mesmo gozo é perceber que é feliz! Sorri sempre, a tudo e a todos. É surper curioso e quando fixa alguma coisa ou alguém não desvia o olhar, ainda não tem noção de que não deve fazê-lo.  E então, se alguém olha para ele aí derrete-se em olhares envergonhados, e em sorrisos. É um bem disposto!

Mas temos os nosso dias maus, não pensem que é tudo um mar de rosas por aqui. Até porque se fosse eu teria tempo para tudo, para o Tiago, para o trabalho, para a casa, para os posts, e não... não é bem assim.

Nas últimas semanas com as favolas, incisivos centrais superiores, do Tiago a despontar as noites têm sido agitadas. Umas vezes a coisa descamba e lá vem o Tiago para a nossa cama. Confesso que até​ gosto 😆 de quando isso acontece, adoro senti-lo ali pertinho com o seu quentinho de bebé 😍
Mas pronto, não há Bela sem senão, quando ele vem para a nossa cama eu nunca consigo dormir. Ora por medo que um de nós, os adultos, lhe ponhamos um braço ou perna em cima, ora porque tenho medo que ele caia, ora porque ele é um verdadeiro turbilhão e não pára de se mexer e eu tendo o sono leve, lá acordo assarapantada.

 

Ontem o dia foi de chatice com os dentitos, teve um pico de febre durante a tarde e está super rabugento e só quer colo, a noite até se passou bem, mas anda com as bochechas tão rosaditas.

Vamos experimentar um creme novo, da Mytosil para as gengivas (Mitosyl Bálsamo Primeiros Dentes), espero que resulte e que lhe alivie um pouco as dores.

Parece-nos que os dentes vão despontar todos de uma vez agora... Tadixo do meu menino :(


Como podem perceber o cansaço tem-se apoderado de nós, andamos mesmo a precisar de férias aqui por estas bandas, ainda bem que estão quase a chegar. 

Beijocas!!!

Ontem?! Já passou!

O meu pós-parto sobretudo aqueles primeiros dois/três meses não foram fáceis. 

Há ainda bem pouco tempo que recordava e falava dele como tendo sido dos piores momentos que tinha vivido e que por isso, não querendo voltar a passar pelo mesmo, não deveria vir a ter um segundo filho.
Nessa altura, nem eu sabia o que podia fazer para ajudar o Tiago, nem o Tiago sabia bem o que devia fazer...

Nos primeiros tempos não se tem certezas de nada, se o que fazemos é correcto ou não, se estamos a dar conta do recado ou não, enfim.... 

Nessa altura, toda a gente me repetia o mesmo, que  mais tarde haveria de recordar esses tempos com saudade e ternura, ou pelo menos que eu esqueceria o que de menos bom se passou, para pensar só nas coisas boas, e eu... não acreditava numa só dessas palavras!

Como era possível esquecer a dor, as frustrações de não saber o que o nosso filho quer a cada momento, a dependência gigantesca que nos faz não ter horas de refeição ou mesmo tempo para um banho???

Mas pelos vistos é verdade..., o nosso cérebro tem gavetões, ou mesmo baús, daqueles que quando se fecham nunca mais se abrem e encerra neles as coisas menos boas que se passam, só nos deixando recordar o que foi bom. Bem, eu não fiquei desmemoriada, é óbvio que sei bem pelo que passei, mas o certo é que já não recordo esses tempos com tanta dor e aflição.

Hoje posso dizer que isso são coisas do passado, que já não penso nesses tempos da mesma maneira e que quando penso já não são apenas os piores momentos dessa altura que me vêm à memória. É um mix gigantesco de emoções, um rodopiar de memórias que todas elas acabam por fazer com que a recordação dessa altura seja de momentos, vá, bons! Mas foi preciso deixar passar uns valentes 6 meses para pôr os primeiros 3 no baú!

Posso dizer que já consigo pensar no que de bom esses primeiros meses tiveram, o que de bom vivi e aprendi.
Posso dizer que arrumei o que de menos bom se passou e que apenas recordo os bons momentos:
A ternura de um bebé recém-nascido e a fragilidade boa que eles parecem ter, sendo que no fundo são uns lutadores inquietos que amam o aconchego materno e o reclamam incessantemente. 
O toque suave da pele de um bebé recém-nascido, que mais parece veludo😄 e os seus dedinhos minis a agarrarem os nossos dedos gigantes como que em busca de proteção e validação de presença.
O primeiro sorriso misturado com o sono de uma manhã daquelas que se estendem até às duas da tarde e onde apenas buscámos conforto e sossego no introsar do nosso amor.
Os choros, tão diferentes uns dos outros, que se entendem ao fim de um tempo e deixam perceber o que, a cada momento, nos pede afinal o nosso bebé e para nossa grande satisfação lhe damos o que ele precisa.

É isto que recordo, hoje, daqueles primeiros 3 meses!

Beijocas!!!

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